Mostrando postagens com marcador ROTINA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ROTINA. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de março de 2018

Quando monstrinhos vão à escola!

Estabelecer e reforçar regras em sala é um trabalho cotidiano e quando abordado de forma interessante os alunos tendem a responder melhor às expectativas. As duas propostas abaixo permitem falar sobre comportamento utilizando o tema monstros, que faz sucesso com a criançada principalmente quando exploramos o visual com formas e cores chamativas.

The day a monster came to school
Através da historinha de um monstro que vai a escola e incomoda a todos com seu mau comportamento temos a oportunidade de discutir, estabelecer e reforçar acordos pedagógicos com a sala.   
 
Esse é um plano de aula muito interessante para o início do ano ou quando a sala apresentar comportamento inadequado. O material é bastante completo, com a historia, apoios imagéticos e atividades. Vocês encontram o material para baixar AQUI.

Five little monsters went to school 
Ainda sobre monstrinhos e expectativas de comportamento temos esta outra historinha, onde cinco monstrinhos vão à escola e têm um comportamento exemplar. AQUI tem um vídeo do youtube com as imagens e a narração, no entanto se preferir, você mesmo pode falar e usar os apoios imagéticos que forem mais convenientes.

Em ambas as propostas podemos depois abordar partes do corpo e cores.
Outra prática que pode ser explorada é levar o monstrinho para visitar a sua sala (ou os monstrinhos, depende da proposta que você escolher). Ele pode acompanhar a sala como apoio pedagógico durante um tempo, inclusive valem aqueles acordos por exemplo, de quem tiver um determinado comportamento positivo poder ficar com  o monstrinho na mesa, pegar, guardar... enfim, ele pode até vir a ser o mascote da turma e o melhor é que é muito fácil fazer esse brinquedo, veja alguns exemplos:
Com feltro, podem ser fantoches ou bonequinhos, também é possível fazer com  retalhos de tecido ou e.v.a e obter um resultado similar.
 
Esses aqui abaixo com retalhos de tecido parecem bem fofos e também servem de inspiração para reaproveitarmos um travesseiro ou almofada velha, é só caprichar na carinha... se você não se dá muito bem com costura é só usar cola quente, cola instantânea ou cola de contato. 
Tem alguma meia sem par por aí? olha que fácil e bacana esses... mas se você realmente não tem tempo ou não gosta muito de se aventurar no artesanato, esses potes com rostinho são uma boa ideia, é só apostar numa embalagem colorida e muitos olhos.






Tem mais alguma sugestão para essas histórias? Deixe sua ideia nos comentários ;) 

BYE!

sábado, 3 de março de 2018

LEITURA E CONTAÇÃO

No blog há várias sugestões onde aplico a contação como base para aula. O universo infantil é regido pela fantasia e o brincar é uma forma ativa de interagir com o meio e treinar capacidades motoras, cognitivas e sociais. 
Contar não é ler, embora num primeiro momento pareça a mesma coisa. Fazer uma leitura é diferente de fazer uma contação, que é uma adaptação ou a história decorada na íntegra. Os objetivos e as características de ambas as modalidades são próximos, porém diferem. Quando pegamos um livro e fazemos uma leitura, estamos estimulando o comportamento leitor nas crianças, já quando contamos o enfoque é a cultura oral. De toda forma, contar uma história para crianças está diretamente ligado ao faz de conta além de estar ligada diretamente ao desenvolvimento das capacidades de concentração e audição. Em ambos os casos é necessário planejamento, é essencial analisar se a história contém algo que os alunos precisem de conhecimento prévio para abordarmos o assunto antes e ter o material todo preparado para a aula. Para uma apresentação tranquila é importante delimitar no início a forma como vamos proceder, sempre é mais fácil deixar claro qual o comportamento esperado para as crianças, dizendo se podem fazer interrupções, se podem se levantar para olhar o material, se podem tocar... e se vamos fazer alguma atividade depois da história.

Para a contação é interessante que utilizemos:
- Adereços, vestimenta, cenário, efeitos sonoros.
No decorrer da narrativa o uso de apoios imagéticos é uma forma de ancorar os objetivos e a atenção. Estes apoios podem ser fantoches, aventais, brinquedos e objetos de uso comum diário do universo familiar ou escolar.
- Expressão vocal, facial e corporal: passar detalhes através de gestos e da postura para que todos consigam visualizar e captar a vivência do ocorrido, fazer esforço para que os ouvidos de cada aluno estejam atentos e os olhos nos acompanhem. Olhar nos olhos das crianças e interagir com cada aluno é importante pois se estabelece uma troca afetiva.
-Estratégias para entreter e conduzir o público.
O planejamento é essencial para que tudo dê certo, ter jogo de cintura para lidar com alguma reação inesperada também.
- Conforto: parecer confortável ou natural é algo que faz diferença. Se você não estiver a vontade para interpretar ou utilizar algum objeto, tente trocar por outro recurso. Deixar os alunos confortáveis também é importante, manipule seu espaço pra que todos possam enxergar e ouvir bem e dependendo da dinâmica da aula tenham movimentação ou possam ficar parados pelo tempo necessário.

É necessário utilizar objetos, figuras, fantasia, maquiagem... em toda contação? Não. Usar esses recursos visuais é algo da escolha de quem vai contar com base no público que vai ouvir. O público infantil fica muito admirado com formas e cores, então esses recursos são uma maneira de chamar a atenção deles. Também facilita ter algo concreto para a visualização, não necessariamente mil fantoches e fantasias dispendiosas, podemos usar coisas simples como dobraduras, desenhos, barbante, pedras, sombras, garrafa, tijolo, latas, o quadro da sala para ir desenhando... qualquer coisa mesmo. Não podemos nos esquecer que o julgamento das crianças é diferente, o olhar delas é muito mais criativo e lúdico, não há a necessidade de fazermos um material elaborado demais, nada deve ser impedimento para levar algo diferente para a sala e se o professor quiser apenas contar sem nenhum apoio imagético, não há problema.
Existem diversos tipos de histórias: histórias tradicionais adaptadas, histórias escritas especificamente para o ensino do Inglês e, até mesmo, literatura infantil autêntica (realbooks).
A leitura é diferente da contação, mas nada impede que o professor utilize o livro numa leitura dinâmica, dramatizada, com as ilustrações como recurso. Inclusive, como na maioria das escolas públicas livros com historinhas infantis em inglês são um item quase inexistente, também é super válido usar livros em português para contar a história em inglês enquanto o utiliza para se nortear e como material imagético.
Procurar sugestões de livros em inglês (esse site AQUI pode oferecer ajuda para a escolha de livros em língua inglesa) e depois pesquisar no youtube por eles é um excelente modo de obter material, há muitas leituras e contações por lá. Quando não temos ideia de qual livro queremos, pesquisar por palavras chave como "book kids story", "storytelling for kids"... sempre nos traz muitas opções.
Não deixe de fazer sua pesquisa, sempre aparecem outras opções interessantes além do material que estamos focando, no youtube tem muito vídeo para leitura num estilo de slide que é ótimo para ser passado em sala, dá para tirar o áudio e ir pausando enquanto lemos. Para contação, além de termos acesso à ideias de muitos materiais diferentes, o modo como as pessoas estão contando ajudam muito a nortear quem anda meio perdido ou sem inspiração.
Esses canais por exemplo, tem várias histórias (realbooks) que podemos aproveitar para contar em sala:
Story Time for Kids - WildBrain
Stories For Kids
Children's Books
Nana's Story Time
Kids Storybooks (muitos livros tema Disney e desenhos animados)

Alguns exemplos de leitura e contação:
Storytelling with young children
Stories For Kids | The Frog Prince - Storytelling for Children (dramatização)
Storyteller Show - How the Caterpillar Became a Butterfly (contação com material imagético de papel)
Toddler Story Time - Epiphany Library (nursery rhymes e leitura dramatizada)

Fafá conta histórias: canal com conteúdo em português, mas ótimo para ser visto e adaptado. Reparem que os materiais usados para as contações são simples e muitas vezes tem formas não literais, são lidos subjetivamente.
Varal de Histórias: outro canal em português mas que pode trazer muitas ideias de material e modo de contar.

E você? tem utilizado esses recursos em sala? Me conta nos comentários como tem feito. :)

BYE!




sexta-feira, 2 de março de 2018

Quebrando o gelo

O foco das primeiras aulas é sempre criar vínculos e diagnosticar o nível da turma. Aqui estão algumas atividades que dão muito certo com o ensino fundamental:

Guerra de bolas de neve:
Cada aluno escreve três fatos sobre si mesmo numa folha sem assinar, amassa e depois jogam essas bolas uns nos outros um tempinho. Por fim, peça para que cada um pegue uma bola. Cada aluno deve ler e tentar encontrar o dono dos fatos. Quando esse é encontrado (ou se revela) é a vez dele de abrir seu papel e adivinhar o colega. 
Uma variação divertida é entregar uma bexiga para que cada aluno coloque seu papel dentro, encha, amarre e depois todos joguem para cima e misturem elas por um tempinho. Depois cada um estoura a última que pegou.

Jogo da bola:
Escrever perguntas numa bola grande e deixar que os alunos joguem a bola uns para os outros. Cada vez que um a segura, onde seu dedo polegar direito pousar é a pergunta que deve responder. 

 

 Doces:

Numerar balinhas e colocar uma tabela com as perguntas correspondentes é simples e sempre dá certo. 

Para acrescentar o tema cores como nas fotos abaixo, cada aluno pega um docinho e responde a pergunta conforme a cor. 
Podemos substituir a sugestão da foto por qualquer outro doce, como balas e pirulitos coloridos.
 


Quem sou eu:
Levar flashcards grandes com figuras de vocabulários simples que já tenham sido estudados no ano anterior e com os alunos em círculo, distribuir os flashcards, pedindo que não mostrem ainda uns aos outros. Comece mostrando o seu e diga em inglês: - Eu sou Fulano e sou um(a) - diga o nome da figura que está no seu flashcard. Um livro, por exemplo. Aponte um aluno aleatoriamente, que dirá para você: - Você é Fulano e é um livro, eu sou Beltrano e sou um urso. Ele deve então apontar outro aluno, que olhará para você e dirá: - (apontando o aluno anterior) Ele é Beltrano e é um urso, você é Fulano e é um livro, eu sou Sicrano e sou um sorvete. Cada aluno apontado deve dizer tudo que os outros disseram.

E você? Quais dinâmicas costuma aplicar?

Bye!




quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

USANDO INGLÊS EM NOSSAS AULAS: COMANDOS E PERGUNTAS

Quanto mais utilizarmos o inglês em sala, mais nossos alunos irão memorizá-lo. Com o tempo não precisamos mais mostrar ou traduzir o que estamos falando, pois a classe incorpora o vocabulário facilmente. Abaixo temos exemplos de frases que podemos e devemos incentivar o uso durante as aulas:

Hello! - Bye-bye! - Write your name - Be quiet! - Read the text - Take a pencil - Open/ close your book - Look at board! - Can you help me please? -  Do you have...? - Good mornig!/ Good afternoon! - How do you pronunce... ? - How do you spell...? -  I'ts my/ your turn -  Let's sing/ count / play... -  Sit down!/  up! - Sorry! - Can I drink water, please? -  Could you say that again? -  Excuse-me! -  Have a nice weekwnd! -  Here you are -  Just a moment, please - What's the difference? - Which page?


 

 

 

 

Esses flashcards são muito bons para colocar na sala. 
E você? tem algum comando ou pergunta que não deixa de usar em sala? Me conta.

BYE!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

PLANEJAMENTO PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

Como proposta para planejamento anual trago este modelo, que usei alguns anos atrás. Dividido por bimestres, cada um contém tópicos para
-conteúdos
-objetivos
-procedimentos metodológicos
-temas transversais
-propostas de avaliação
-bibliografia.





Cada bimestre continha em geral:

-TEMAS TRANSVERSAIS
Respeito, ética e cidadania: vinculado com o estudo do vocabulário proposto (mom, dad, brother, sister), trabalhar a importância da família e do amor entre seus membros, enfatizando a obediência e o respeito devido aos pais ou responsáveis.

Meio-ambiente: Com o tema primavera, promover a valorização do meio-ambiente, principalmente das plantas.

-PROPOSTAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação contínua, através das participações orais, atividades propostas, interesse, atenção, capricho e assiduidade.

-BIBLIOGRAFIA
Apostila Expoente 1ºano




Update:

(Recebi várias dúvidas e procurando saná-las coloco mais alguns itens)

Sobre o plano:

Esse é um modelo bastante simples, apenas para nortear quanto ao mínimo exigido. Pode ser facilmente adaptado à diversas realidades acrescentando-se conteúdos nos temas, usando o material adotado pela sua escola como base norteadora ou colocando-se outras fontes bibliográficas. Para educação infantil, delimitem os temas, colocando o vocabulário abordado no conteúdo e coloquem mais detalhes nos procedimentos metodológicos.

Qual a diferença de um plano para séries iniciais do ensino fundamental, como o primeiro ano no caso, e uma turma de educação infantil? 
Na verdade tudo dependerá primeiramente da realidade de sua escola. Importante ressaltar se é o primeiro contato das crianças com o idioma (em qual série a disciplina de inglês é adotada na grade? Por exemplo, no município onde trabalho, o Inglês é incluído na grade curricular à partir do primeiro ano do ensino fundamental), quais os assuntos mais próximos à suas vivências... O mesmo plano pode ser usado em séries diferentes por diferentes professores em diferentes escolas. Por isso a importância de se ter bem delimitado os objetivos e o conteúdo mínimo a ser trabalhado. 

Importante ressaltar que se não há um livro específico, se o material adotado é montado pelo professor através de várias referências ou produção independente, há maior necessidade de registro, é preciso deixar bem claro o que será utilizado durante o ano no plano.



(Complemento do plano, objetivos e encaminhamento metodológico constantes no material adotado.) 

OBJETIVOS GERAIS:

-Perceber a importância do aprendizado do inglês como língua franca
-Despertar interesse e estimular o gosto pela aprendizagem do inglês
-Refletir sobre os costumes e o comportamento das pessoas de outros países, percebendo a função social da língua.
- Familiarizar o aluno com a existência de outras línguas e situá-lo geograficamente, estabelecendo a relação entre seu país e os países em que se fala a língua inglesa. 
-Promover a independência do aluno quanto à aprendizagem para que ele realmente aprenda a aprender e veja o professor como um facilitador no processo ensino-aprendizagem. 
- Estimular o desenvolvimento das inteligências múltiplas em sala de aula, por meio das atividades que explorem as habilidades específicas de cada aluno e ativem habilidades que ainda não foram despertadas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

-Proporcionar ao aluno a aquisição de um vocabulário básico, articulado às estruturas essenciais da língua inglesa, a partir de palavras relacionadas à realidade imediata dele.
- Desenvolver a produção oral em língua inglesa por meio de exercícios de compreensão oral, jogos e dramatizações, dando-se atenção especial à pronúncia das palavras.
-Introduzir noções gramaticais elementares.

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO:

A busca das concepções prévias do aluno é um fator importante e constante para a aprendizagem. As atividades devem criar oportunidades para que ele participe da aula e possa contribuir com ela. O aprendizado da língua é determinado, então pelo uso dela como meio de comunicação em atividades de interesse do aluno.
Há também o elemento fantasia, imprescindível para os alunos na faixa etária do primeiro ano, que faz o elo entre o aprendizado e a motivação, entre o estudo e a diversão. As atividades sugeridas têm como objetivo incentivar e desenvolver a aprendizagem da língua por meio de jogos, músicas, charadas, etc. , respeitando o ritmo de aprendizagem e o conhecimento de mundo que cada aluno apresenta nessa idade escolar, despertando sua curiosidade e sua vontade de interagir com o professor, com os colegas e com o material para aprender a nova língua.

BYE!!!

PLANEJAMENTO

Existem muitos modelos de planejamento, mas em geral ele deve conter:

Planos anuais:

-justificativa (importância da aquisição de uma segunda língua, sob aspectos sociais e de desenvolvimento global para o aluno)
-objetivos gerais (conscientização, descoberta de outros aspectos culturais, interação, criatividade)
-objetivos específicos (associação, desenvolvimento fonético oral e auditivo, promover aquisição de vocabulário e capacidade de interpretação)
-conteúdos (temas)
-metodologia (o que será feito em sala para proporcionar um ambiente favorável a aprendizagem, aulas expositivas, musicas, pintura, conversação...)
-recursos didáticos (material/ equipamentos)
-avaliação
-bibliografia. (colocar o material utilizado para a elaboração do plano, o material utilizado em sala e também textos de referência que embasam as necessidades ou estratégias citadas).

Planos de aula:
-n° da aula
-tema
-conteúdo
-estratégias (procedimentos metodológicos)
-recurso (material/ equipamentos)
-proposta de avaliação
-duração

Não podemos nos esquecer que as propostas de avaliação devem estar bem definidas em cada aula. Avaliar em LEM- Inglês deve contemplar Produção e Compreensão, ambas no modo oral e escrita, respeitando-se claro, a série.

Cada escola pede que o registro seja feito de uma forma, em algumas exige-se apenas o planejamento anual, em outras exige-se também o planejamento individual de cada aula. Não podemos nos esquecer de que caso haja necessidade, temos de anexar planejamentos de aula para alunos de inclusão que necessitem de atividades diferenciadas, tanto em questão de conteúdo, recursos e avaliação.
Dependendo do material adotado, alguns já trazem os planejamentos prontos. Se a escola deixar por sua opção é mais fácil entregar apenas um plano anual ou bimestral, mesmo que se peçam atividades anexadas.

BYE!!!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

MAIS UM ANO LETIVO PELA FRENTE!

Planejar não é apenas colocar uma lista de conteúdos a serem cumpridos, é antes de mais nada estabelecer metas gerais. 

Caderno de registros:
Cada escola pede determinado tipo de controle, algumas pedem apenas o Diário em dia, outras pedem relatórios diversos e algumas pedem caderno detalhado com atividades, anotações...o fato é que manter um registro pessoal ajuda muito no decorrer do ano.  
Nem sempre vamos nos lembrar na hora de uma reunião qual atividade fizemos exatamente em determinado dia, muitas vezes as atividades que precisam ser adaptadas acabam sendo esquecidas...quando estamos aplicando alguma atividade oral com a sala é interessante marcar os pontos na hora, as vezes a turma é grande ou são muitas aulas no dia, não dá pra lembrar depois. Colocar os materiais que a escola fornece nas horas de estudo de modo organizado também é interessante.


Acolhida: estabelecer um ritual para o início das aulas garante segurança aos alunos e reduz tempo disperso. Você já escolheu sua estratégia? pode ser um modo de cumprimentar, uma tarefa, uma música...geralmente perdura o ano todo. 

Materiais:
Conhecer e organizar o material da turminha. Se são livros ou apostilas certifique-se de que estejam identificados já nas primeiras aulas para não haver confusão. A mesma coisa vale para os cadernos. Cada escola tem uma rotina devido à sua realidade, em algumas o material vai e volta com o aluno, em outras fica armazenado na escola. Se ficar na escola a responsabilidade do professor é maior, reserve um tempinho para etiquetá-los ou faça a identificação junto com os alunos, dependendo da série e sua independência. Acordos pedagógicos sobre o uso do material devem ser estabelecidos com a turma no primeiro uso.
Sala de aula:
Se a escola possui uma sala ambiente para a matéria é interessante investir em decoração para a sala. Tudo depende da série da turma, mas de modo geral, podemos usar bandeiras, flashcards, alfabeto, mapas...uma sala com bastante conteúdo visual ajuda muito no aprendizado. Deixar materiais lúdicos ao alcance também é interessante. Aproveite o espaço. Se sua escola não possui, você pode tentar encontrar um espacinho nas salas para colocar algo da matéria e sempre trocar.

Primeira aula
A primeira aula é um momento para professor e aluno interagirem e criarem possibilidades. Começamos buscando uma noção do nível da turma e despertando interesse. Músicas e jogos são uma boa pedida.



Mural realizado com atividade de turma do segundo ano do ensino fundamental para as primeiras semanas de aula. (Saudações)



BYE!!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

ENSINANDO INGLÊS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

As crianças estão desenvolvendo suas habilidades motoras, cognitivas e sociais, portanto nossas aulas contemplarão paralelamente à língua estrangeira todas as atividades pedagógicas aplicadas à cada fase.
De modo geral algumas estratégias ou ferramentas destacam-se no trabalho aplicado à educação infantil:

LÚDICO músicas, histórias, materiais de apoio...
LINGUAGEM CORPORAL
‘REALIA’ (utilização de exemplos reais, concretos, que a criança possa visualizar ou tocar)
VINCULO AFETIVO

Materiais pedagógicos em geral, como fantoches, brinquedos e livros são muito utilizados. O professor tem que entrar na brincadeira e participar da fantasia, vamos nos cansar e nos sujar. Músicas são grandes aliadas na aprendizagem de outro idioma, podemos explorá-las de diversas formas e desenvolver muitas atividades diferentes. Vídeos são muito bem-vindos, mas devem ser curtos.
O trabalho motor é continuo, o vocabulário sempre estará vinculado à brincadeiras que estimulem a consciência e o domínio  corporal. Como o tempo de atenção dos pequenos é menor, em algumas escolas as aulas também tem seu tempo reduzido. Mesmo assim, temos que estar atentos ao limite deles pois numa aula, se necessário, ocorre a mudança de atividades diversas vezes.
É preciso ter paciência, dar destaque para alguns vocabulários por aula. Focar uma palavra ou duas por atividade e aos pouquinhos expandir o trabalho, respeitando o tempo de cada criança. Também é importante definir uma rotina. Eles necessitam disso para sentir segurança. Ações como adotar o mesmo ritual de saudações ou descobrir a brincadeira preferida da sala e aplicar em determinado momento ajudam  a construir um repertório fixo.

Ensinar inglês para  crianças entre dois e três anos é um desafio e uma brincadeira constante já que muitos ainda estão desenvolvendo a oralidade. Nursery rhymes são ótimas, mas devemos dar preferência às curtas e repetitivas, sempre fazendo gestos e inventando coreografias fáceis que eles possam acompanhar.  O trabalho fica mais fácil se feito em grupo, com a sala toda, então para  contação, ou para mostrar algo, ou até mesmo para algumas músicas podemos colocá-los em círculo, ou sentados em colchonetes à nossa frente. De todo modo, eles não ficam parados muito tempo, evitar que se mexam é o mesmo que impedi-los de pensar, pois o movimento é simultâneo ao pensamento e também sua maior forma de expressão. Geralmente o foco das atividades é em cima de um vocabulário específico, trabalha-se exaustivamente uma palavra por vez (não que isso signifique que o professor só dirá essa palavra na aula, mas que irá destacar essa palavra), por isso as propostas têm que ser curtas, músicas, historinhas, brincadeiras... tudo muito simples e direto, focando em uma coisa por vez.
Nessa idade a criança é egocêntrica, ou seja, está descobrindo o mundo a seu redor através de si mesma. É a fase onde se priorizam os sentidos, movimento, formas, pessoas, sons e comunicação. As brincadeiras devem ser lúdicas, sem regras ou com regras muito simples e estímulos que contemplem habilidades sensório-motoras. Fazem parte destas ações abrir, fechar, empilhar, encaixar, andar, rolar, sentir, cantar, perguntar e responder. Nessa fase eles são muito visuais e táteis.
A exploração das texturas é um recurso que traz muitos resultados. Quando um vocabulário é associado a um objeto que possa ser tocado, sentido pela turminha, a aprendizagem é mais significativa. Brinquedos, livros de feltro, E.V.A, ou qualquer material que agregue sensações são muito bem-vindos. O professor que trabalha com educação infantil tem que ter material pedagógico, tem que ter material imagético... o ideal é que a escola ofereça esses itens mas sabemos que a maior parte vem do acervo pessoal do professor, portanto planejar uma aula leva muito tempo já que na maioria das vezes envolve a confecção de algo para a aula.
Temos que tomar muito cuidado na escolha dos materiais, eles tem que ao mesmo tempo, ser resistentes e não oferecer risco,  já que muitos levam objetos à boca ou mordem. As figuras tem que ser grandes, e bem coloridas. Quando fizermos atividades em folha, devemos optar por desenhos grandes, com formas simples e pintura em giz (grosso, os fininhos quebram), pintura a dedo com tinta (verificar bem o rótulo), ou tubos de cola glitter ou colorida. Atividades desse tipo em grupo fazem sucesso com os pequenos, embora eles precisem de bastante supervisão. Para que consigamos atingir os objetivos da aula, temos que falar o tempo todo com eles, interagir, proporcionar e incentivar situações para que o inglês seja utilizado.
Conforme elas vão crescendo e as habilidades sendo desenvolvidas, as possibilidades e abordagens em sala aumentam. Surgem novas brincadeiras como jogo da memória, massinha, quebra- cabeça, blocos...mudamos a dinâmica da sala, fazemos  trabalho em roda , grupos de rotatividade ( quando um grupo faz uma atividade especifica com o professor e o restante dos grupos fazem uma geral, e vão trocando), ou pares. Quanto mais grandinhos maior a interação e a participação, aí podemos colocá- los como ajudantes, fazer com que sejam cada vez mais ativos na aula.
Entre três e quatro anos há uma maior interação com o corpo. Aponte para você, para os colegas, para o espelho. Explore a coordenação motora-fina. Entre cinco e seis anos, em geral a fase da alfabetização, o trabalho com os números, o alfabeto e a escrita torna-se mais abrangente, eles já tem maior domínio sobre o próprio corpo, movimentos, ações e direções. Interagem mais entre si e participam muito bem na construção dos contratos pedagógicos. Nessa idade geralmente as crianças já estão no inseridas no ensino fundamental.
Dentre várias dificuldades do ensino de outra língua a carga horária das aulas é algo muito relevante. Por mais que as crianças aprendam rápido e de forma significativa não podemos ignorar que o pouco tempo dedicado à matéria na maioria das escolas não as farão, nem de longe, fluentes. Existe muita diferença no nível das atividades e no planejamento de uma escola para outra pois a realidade escolar, a clientela e a demanda são diferentes entre elas. 
Como os temas abordados tem que ser próximos da realidade do aluno, começamos sempre por algo que ele já conheça. Assuntos como saudações básicas (oi, tchau), animais, família e alimentos são ótimos condutores. Com o tempo, estes assuntos podem ser melhor explorados, expandidos e ligados à outros. Entre tantas realidades diferentes de trabalho, seja por material adotado, método, região e outros motivos, esses procedimentos são básicos.
Verdade seja dita, não basta que o professor de inglês da educação infantil tenha domínio sobre a língua estrangeira, o que ele mais necessita é ter uma boa formação pedagógica, vindo daí as maiores dificuldades de adaptação do professor às turmas, já que a maior parte dos cursos de graduação em Letras sequer nos preparam teoricamente para essa faixa etária. 
Uma boa ajuda pode vir da equipe pedagógica da escola. Podemos pedir alguma orientação especifica ou trocar informações com outros professores pois juntos nós podemos pensar em alguma abordagem que favoreça o trabalho em sala e até mesmo desenvolvermos algum projeto interdisciplinar.

BYE!!!

sábado, 28 de junho de 2014

E AGORA QUE SOU TEACHER?

Reuni neste post algumas dicas gerais que tenho passado para teachers que estão começando a dar aulas.

-Pergunte, se informe sobre o método e material adotados.

-Conte com a experiência das colegas e tente encontrar apoio no seu local de trabalho.
Procure ajuda com a coordenação de área, na sua escola com a equipe pedagógica, com a coordenação, direção, funcionários, outras professoras da mesma matéria ou das salas em que você leciona. Quando comecei a lecionar me senti muito insegura e perdida. Mesmo tendo habilitação plena em Letras- Inglês não me sentia preparada para entrar em sala ou lidar com crianças. Desconhecia o material adotado, também não possuía um acervo próprio. Agradeço muito, pois tive a sorte de encontrar na figura da professora Eliana, não apenas uma colega de trabalho, mas uma amiga sempre pronta a ajudar, e nas escolas onde trabalhei, sempre fui acolhida. Todas as pessoas que conheci, só posso agradecer, pois cada uma me acrescentou algo para melhor. 

-Explore o acervo da escola.
Sei que as realidades de trabalho são muito diferentes por diversos fatores. Alguns terão a sorte de encontrar muito material à disposição e outros encontrarão a prateleira da matéria vazia. Comece explorando o que houver na escola destinado ao inglês, mas não pare por aí. Olhe tudo. É possível aproveitar muitos materiais, livros pedagógicos voltados à formação do professor, livros infantis que adaptamos as historias e lemos em inglês. Pergunte o que há de lúdico ou apoio.


ludico, livros, acervo


- Aos poucos vá construindo um acervo pessoal.
Sei que os materiais de língua estrangeira tem um preço elevado mas há alternativas para gastar pouco e acumular uma quantidade razoável de material. Se você conhecer outras professoras da matéria e puder pegar emprestado alguma coisa, peça que enviem arquivos, ou tire cópias e mantenha tudo guardado de forma organizada. Procurar livros usados em sebos também é uma alternativa, no entanto, o mais interessante é reservar algumas horas semanais para pesquisa. Entre na internet, através de ferramentas de busca procure por atividades, visite sites, blogs, se você frequentar redes sociais participe de grupos de professores. Só assim você terá base para discernir qual material realmente vale a pena o investimento. Troque informações, veja o que os colegas estão utilizando e como estão fazendo.


acervo ingles

-Quanto aos materiais utilizados em sala, vale a pena investir?
O melhor investimento é na criatividade. Não há necessidade de comprar com seu dinheiro algo para ser usado em sala pelos alunos. Muitas  professoras não utilizam mais do que a escola oferece e fazem aulas maravilhosas. Se ainda assim você quiser comprar algo que vá acrescentar um diferencial ou que você tenha vontade de aplicar, é uma opção pessoal. No que se refere à materiais pedagógicos que ficarão com você, invista em coisas que podem ser utilizadas muitas vezes. Vale a pena gastar um pouco mais em materiais versáteis, que você irá utilizar bastante ou que vão durar muito tempo. Pense bem e avalie. Se não, procure outras alternativas. Veja se a escola fornece algum material para a confecção, pense se você mesmo consegue fazer, se terá tempo...

-Por onde começar?
Tudo depende da série para a qual você dará aula. Idades diferentes, necessidades diferentes. Mas de modo geral:

-Músicas: Elas estimulam a fala, construindo o repertório linguístico e fonético. Pesquise nursery rhymes. Eu costumo baixar por meio de alguns programas simples vídeos ou apenas o áudio do youtube. Existem coleções de músicas infantis em inglês que são consideradas clássicas, nas buscas você encontrará muitos resultados.

-Alguns flashcards: Vá fazendo na medida em que você for abordar os temas. Depois de algum tempo, você já terá vários!
http://agoraquesouteacher.blogspot.com.br/2014/06/flashcards.html

-Materiais de apoio: Depende da série que você está lecionando. Quanto menores os alunos, mais ludicidade. Geralmente a escola tem algum material, mas se não for o caso, não se desespere, invista em poucos, mas básicos. Tenha em mente algum assunto, história ou música que vá trabalhar. Fantoches, dedoches (que você mesmo pode fazer, do modelo mais simples, com E.V.A, com palitinhos, improvisando com meias...), dados grandes (feitos com caixas ou feltro)...também vá fazendo conforme o tempo/ necessidade. Planeje primeiro, pondere se há realmente necessidade.

-Faça sempre um quadro colorido ou com desenhos.

-Fale! A maioria só terá você como referencial linguístico.

-Comece sempre pelo que o aluno já conhece e vá expandindo o tema.

-Aproveite as situações cotidianas e o interesse que eles demonstrarem (mesmo que isso signifique sair um pouco do planejamento da aula. Mais vale abordar algo real, ou do interesse da criança do que cumprir algo pela rotina ou prazo, pois a aprendizagem será verdadeiramente significativa).



Deixo aqui alguns links que podem ser úteis:
  
http://sites.aticascipione.com.br/hello/   site de uma coleção tradicional de livros. Aqui disponibilizam planos anuais, alguns projetos pedagógicos, algumas músicas, uma lista de links com sites para trabalhar vários assuntos, projetos para datas comemorativas... vale a pena dar uma olhada.

http://www.eslkidsworld.com/worksheets.html  site com atividades para imprimir.

http://www.kidzone.ws/   site com atividades para imprimir.

https://www.youtube.com/channel/UCbt63GNsB5wet6NO3dmhssA  canal do youtube com muitas musicas infantis

https://www.youtube.com/channel/UCvkvmLBdHodQ-a-6LeYFP0Q canal do youtube com muitas musicas infantis.

http://supersimplelearning.com/  site com algumas atividades para imprimir, links para youtube, com vídeos e músicas.

http://criancasaprendemingles.blogspot.com.br/   blog  com muitas dicas para educação infantil e ensino fundamental I.

http://englishparakids.wordpress.com/   blog educação infantil.

http://madeforteachers.com.br/  blog com dicas bem interessantes.

Espero ter ajudado! conhece algum site ou blog interessante? deixa a dica nos comentários! ;)

BYE!

APRENDENDO COM MASSINHA NA AULA DE INGLÊS

Brincar com massinha é uma atividade muito presente e importante nos primeiros anos da educação infantil, e do ensino fundamental I, pois trabalha e desenvolve diversos aspectos cognitivos e motores. Muito sensível aos estímulos externos táteis, ao construir sua representação concreta a criança se expressa através do movimento enquanto desenvolve habilidades e criatividade. Ao fazer a tarefa com os demais cria-se um sentimento de grupo e troca.
Nas aulas de inglês aplicamos este recurso utilizando eixos temáticos e vocabulário básico. Além das cores e números, que sempre estarão vinculados as atividades, abordamos qualquer vocabulário como por exemplo animais, alimentos...através da reprodução do modelo. Claro, a atividade embora importante para o desenvolvimento, está em segundo plano. Não devemos nos esquecer de contemplar a língua estrangeira no decorrer das aulas. A oralidade é o destaque, no caso o ‘imput’, o conteúdo que o aluno receberá, portanto temos que falar bastante com eles.
Ao comandar os movimentos básicos para modelar, ao fazer as tirinhas diga “back and forth” (para trás e para frente) e ao fazer as bolinhas “roll and roll...” (enrola ...)

Alguns exemplos de atividades que podemos aplicar em sala. 
*está claro que as fotos do post são simulações para ilustrar os exemplos.

Trabalhar vocabulário, através da reprodução de modelo, neste caso, abordando o tema frutas. Utilizamos também cores e números. Com os alunos maiorzinhos, se quisermos trabalhar números com mais ênfase, podemos pedir por exemplo duas laranjas ou cinco maçãs... 

Quando trabalhamos uma cor específica podemos pedir para que façam coisas com aquela cor. Por exemplo, usar a massinha amarela e dizer para as crianças pensarem em coisas yellow, 'vamos fazer coisas yellow!' aí elas podem fazer o que desejarem como o sol, bananas...ou apenas frutas, bananas, melão, abacaxi, pêssego, maracujá...depende do objetivo, se é trabalhar apenas a cor, ou contemplar outros vocabulários.

Utilizar a técnica de cobrir pontilhados, letras ou formas. Com os alunos menorzinhos formas e desenhos simples funcionam melhor. 



 


Com as crianças que estão tendo contato com o alfabeto podemos pedir que façam letras.


Ao lidar com números, peça para que façam determinado numero de bolinhas, ou coloque um copinho à frente da criança e peça que coloque ou tire a quantidade que você desejar. Se houver mais de uma cor, peça quantidades diferentes, por exemplo, duas azuis e três vermelhas. 
 

É importante lembrar que, quanto menores forem as crianças, mais elas levam objetos à boca. Então para turmas de maternal ou jardim, há também a opção de levarmos massinha comestível caseira. 

Também podemos aproveitar e fazer com os maiorzinhos a massinha em sala, junto com eles, dá super certo!é um ótimo jeito de ensinar cores e também o vocabulário relacionado aos ingredientes que vamos utilizar.

Receita
4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de sal
1 e 1/2 xícara de água
1 colher de chá de óleo
Modo de Fazer
Numa tigela grande, misture todos os ingredientes e amasse bem até ficar boa para modelar.  Para colorir pingue algumas gotinhas de corante para alimento. 
Guarde em saco plástico ou recipiente bem tampado.

Essa é apenas uma das muitas receitas que existem. Cuidado com aquelas que levam açúcar.

Tem mais alguma sugestão? me conta!

BYE!

domingo, 18 de maio de 2014

REFORÇO E REVISÃO

Todos os dias ao começar a aula, relembro com os alunos o que foi visto até então e retomo de onde paramos. 

aulas de inglês, reforço e revisão
O aprendizado é constante, acontece todos os dias, em todos os momentos

A revisão pode acontecer sempre, seja retomando em momentos específicos pontos da matéria estudados anteriormente ou através da oralidade e até mesmo de brincadeiras e jogos. Esse momento deve ser agradável ao aluno e deve acontecer com naturalidade durante as aulas.

Se você notar que a classe toda ou a maior parte esqueceu ou está tendo muita dificuldade com o conteúdo, é hora de fazer um reforço! Nesse caso você precisará não apenas de um momento, mas de uma uma aula ou boa parte dela para voltar aquele tópico, explicar novamente, e aplicar atividades. Essa é a hora de aplicar exercícios de fixação, com bastante repetição e se certificar de que sanou todas as dúvidas. Não podemos esquecer de deixar um tempinho para o trabalho de reforço no planejamento.

BYE!

domingo, 20 de abril de 2014

DESEJOS DE UM PROFESSOR

Olhando nas pastas arquivadas, encontrei um texto interessante. Já havia me esquecido, e achei que poderia ser legal compartilhar no blog.
Nós, professores de língua estrangeira, desejamos que nossos alunos sintam-se felizes, comportem-se e aprendam o máximo possível de inglês durante a aula.

Aqui está o artigo falando sobre isso:

teacher

Reler o texto me lembrou de como é importante a auto-estima do aluno para o aprendizado, e que nós professores, devemos trabalhar e alimentar esse sentimento em sala.

teacher

BYE!